Mar à vista

Abril 11, 2008

 

Nós…

Caminhamos a sós

Velejando a cinqüenta nós

 

Como caravelas de isopor

Vamos boiando em mar revolto

Vento no rosto, cabelo solto

Açoitando amores a todo vapor

 

Como sofremos por esporte…

Até o mais forte dos fortes se rende

Quando exposto ao holofote da solidão…

 

Ao vazio da falta de sorte…

Em todos os corpos, esse breu se acende

E deixa em cada um, a marca da sua mão

 

Nós…

Vasto coro sem voz

Entoando a balada algoz

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2 Respostas para “Mar à vista”

  1. Cacau disse

    Que bom que você, o anjinho e o diabinho voltaram :)

  2. qualquersemelhanca disse

    Caravelas de isopor… ótimo.

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